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- A história de Elizabeth II
Elizabeth II esteve à frente do Reino Unido há 7 décadas, se tornando a rainha mais longeva de todos os tempos a reinar o Reino Unido. No decorrer do tempo ganhou quatro Jubileus, sendo o último de Platina. Era bastante preocupada com o comportamento, vestimentas e costumes reais. Mesmo com o imediatismo de ter se tornado rainha em um momento de tristeza pela morte do seu pai, sequer demonstrou dúvida em abdicar muito da sua vida pessoal e privativa pela coroa. Coroa esta que fez a sua vida se fundir com a imagem e história de diversos países do reino. Demonstrou segurança, estabilidade, determinação, tranquilidade e firmeza em suas posições e fez diversos gerenciamentos de crises e de riscos em seu reinado. Mesmo que discreta, buscou realizar um reinado atualizado conforme as tendências comportamentais do público e da época. Criou redes sociais com o propósito de se aproximar do público. Se tornou um ícone e, próxima de renomadas pessoas que estão em poderes e do público, acabou se tornando meme na internet mesmo com sua imagem singela. Elizabeth Alexandra Mary, ou rainha Elizabeth II, dedicou mais de 7 décadas de sua vida a monarquia do Reino Unido, herdado pela morte do seu pai George VI. Elizabeth recebeu a coroa através da abdicação feita pelo seu tio para se casar com a atriz norte-americana divorciada Wallis Simpson, ato que era visto pela sociedade como escândalo. Com 25 anos, em fevereiro de 1952, Elizabeth II que já era casada com Philip, o Duque de Edimburgo, foi coroada na primeira cerimônia a ser transmitida na televisão. Com o título de Príncipe Consorte, Philip foi seu companheiro por toda a vida, se tornando o casamento mais longevo da coroa britânica. O casamento deu fruto a quatro filhos, sendo Charles o mais velho e o primeiro herdeiro na linha de sucessão ao trono monárquico, Anne – única do sexo feminino com destaque na maneira diferente de pensar em relação à família – por não gostar muito de exposição se dedica à caridade, Andrew Albert que é o terceiro filho, com o título de Duque de York, se dedicou à carreira militar onde atuou por 22 anos como piloto de helicóptero. Por fim temos Edward Antony Richard Louis que é o caçula do casal real e buscou seguir o caminho do seu irmão mais velho na carreira militar, mas não teve o mesmo sucesso e foi alvo de diversas críticas pela imprensa. Política e diplomacia Com habilidades diplomáticas adquiridas durante anos de trabalho, Elizabeth II se tornou facilitadora e conciliadora de diversas alianças políticas e econômicas, além de ser uma figura importante no cenário político, lidando com diversos presidentes de países importantes como Estados Unidos e Brasil, além de ter se encontrado com quatro Papas (Papa João XXIII, Papa João Paulo II, Papa Bento XVI e o Papa Francisco). No Brasil, durante seu reino, se encontrou com lideranças políticas, como na ditadura militar com os generais Costa e Silva, Ernesto Geisel e mais recentemente com os presidentes Fernando Henrique Cardoso, Lula e Dilma Rousseff. Inaugurou o MASP, foi ao show dos icônicos brasileiros Elza Soares, Wilson Simonal, Jair Rodrigues, conheceu o museu do Ipiranga e visitou o terraço do Edifício Itália. Se tornou a única monarca britânica que visitou a América do Sul, segundo o embaixador do Brasil em Londres, Fred Arruda. Também tinha o costume de responder às cartas de brasileiros que recebia, a mais recente que se têm notícia foram os alunos do Colégio Santa Cruz na Zona Oeste de São Paulo que receberam no dia 28 de junho. No seu Jubileu de Prata lembrou de uma promessa que tinha feito antes do seu pai falecer e a cumpriu desde então... “prometeu dedicar “a vida” a servir o Reino Unido e a Commonwealth. [...] E embora esse voto tenha sido feito nos meus dias de juventude [...], não retiro nenhuma palavra do que eu disse.”. Durante os mais de setenta anos buscou maneiras de gerenciar riscos e muitas crises, sendo algumas delas: Após a segunda guerra mundial, Elizabeth II foi apresentada como uma nova esperança em uma Inglaterra que ficou empobrecida pelos estragos da segunda guerra mundial e em 1974, o Reino Unido estava mergulhado na inflação juntamente com uma instabilidade política que provocou duas eleições gerais. Presenciou eventos históricos como a queda do Muro de Berlim em 1989. Sobre família como a crise de seu relacionamento com Philip que se tornou pública, a separação de casamento de três dos seus quatro filhos: Princesa Anne, príncipe Andrew e do mais público príncipe Charles e da princesa Diana Spencer. E ainda mais recente, o casamento de seu neto Harry e Meghan, que anunciaram a decisão do seu afastamento da família real após o matrimônio. Em 1997 precisou lidar com a morte da “princesa do povo”, como Diana era considerada. Na saúde, o mais recente foi a Covid-19. Vida da família real Não se esquecendo do que a “indústria de encantamento” vendeu para a sociedade sobre reis e rainhas inspirarem os diversos contos de fadas e personagens históricos nobres, Elizabeth II fez o possível para que a família real permanecesse com o misticismo nobre, superior de ser, viver e se comportar do qual derivam sonhos, desejos e fantasias de milhares de pessoas. Portanto, seguindo já uma tradição que foi estabelecida no século 20, Elizabeth e sua família tentavam ficar mais isolados da sociedade, se precavendo de muitos eventos, situações e vivências em liberdade seja da presença em algum lugar ou até mesmo de seus desejos e sentimentos, um exemplo clássico neste último caso foi a paixão da princesa Margaret, irmã mais nova da rainha Elizabeth II, que não poderia ter sucesso porque se tratava de um homem casado. Outro exemplo foi no funeral da princesa Diana, evento que que foi amplamente coberto pela imprensa: “A decisão foi um risco, porque a fleumática sociedade britânica começou a equiparar cada vez mais autenticidade com expressão de sentimentos.”, diz o site da BBC. E, no mundo atual, mesmo que “Lilibeth”, como era seu apelido na família, se mantivesse em seu posicionamento maestral, a internet que não perdoa ninguém, transformou o ícone da coroa real britânica em “figurinha carimbada” dos memes da internet. O anúncio da morte da monarca veio após a família ser chamada para o palácio de Balmoral, na Escócia. Ela havia sido colocada sob supervisão médica após sua equipe de saúde expressar preocupação com seu quadro. Nos últimos anos, Elizabeth II contraiu covid-19, doença que a deixou muito debilitada. Além disso, a devastadora morte de seu marido Philip, em abril de 2021 com quase 100 anos, somando-se a diversas crises da família real teriam impactado ainda mais o quadro da monarca e, conforme os pronunciamentos do Palácio de Buckingham, a rainha vinha sofrendo do que chamaram de “problemas episódicos de mobilidade” o que fazia que suas aparições ficassem cada mais escassas. Commonwealth A Commonwealth é composta por 53 países, que somados representam um terço da população mundial e que historicamente quase todos foram governados por Londres, compondo o antigo Império Britânico. Apesar da maioria ter se tornado independente do Reino Unido, mais de dez países mantiveram a rainha Elizabeth II como chefe de Estado. Barbados deixou de ter a rainha Elizabeth II como chefe de Estado em novembro de 2021, enquanto muitos países buscam o mesmo caminho, afrontando os gostos tradicionais das pessoas fãs da monarquia que sentem o país intrinsicamente ligado a realeza. No Canadá e na Austrália, apesar de serem países que a tenham como chefe de Estado, os compromissos da alteza ficam restritos a cerimônias oficiais, relação institucional com líderes de outras nações e entrega de títulos de nobreza. “Ao todo, o grupo de territórios sob comando de Elizabeth II é chamado de Reinos da Comunidade de Nações, que são compostos por: Antígua e Barbuda, Austrália, Bahamas, Belize, Canadá, Granada, Jamaica, Nova Zelândia, Papua Nova Guiné, Ilhas Salomão, Santa Lúcia, São Cristóvão e Neves, São Vicente e Granadinas, Tuvalu e Reino Unido.”, conforme citado no site da Jovem Pan. Elizabeth II deixa a coroa para seu herdeiro, o atual rei Charles, tornando o príncipe William o primeiro na linha de sucessão ao trono britânico. Aproveitando para deixar uma dica para o final de semana que está chegando, a dica é assistir a série The Crown. Texto escrito por Fabiana Mercado Pós graduada em Comunicação e Marketing Digital, formada em Publicidade e Propaganda, acumula mais de 9 anos na área, colunista do Zero Águia, curiosa, preza o respeito a todas as pessoas independente de características. Nas horas vagas pratica corridas com o apoio da equipe Superatis. Adora conhecer novas pessoas e lugares, ama viajar e possui um projeto denominado Desbravando Capitais com o marido para morar e vivenciar durante um mês em todas as capitais brasileiras nos próximos anos. Fontes: https://radiojornal.ne10.uol.com.br/entretenimento/2022/09/15076523-rainha-elizabeth-ii-quem-sao-os-filhos-da-rainha-elizabeth-ii.html\ https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/como-fica-a-linha-de-sucessao-do-trono-britanico-com-a-morte-de-elizabeth-ii/ https://culturainglesamg.com.br/blog/rainha-elizabeth-ii/ https://www.istoedinheiro.com.br/rainha-elizabeth-morre-aos-96-anos-de-idade-na-escocia/ https://www.britishcouncil.org.br/estude-reino-unido/quatro-paises-em-um#:~:text=Formado%20pela%20uni%C3%A3o%20pol%C3%ADtica%20de,naturais%20de%20tirar%20o%20f%C3%B4lego https://g1.globo.com/mundo/noticia/2022/06/02/jubileu-da-rainha-elizabeth-ii-os-paises-que-querem-se-livrar-da-monarquia-britanica.ghtml https://g1.globo.com/mundo/noticia/2022/06/02/jubileu-da-rainha-elizabeth-ii-os-paises-que-querem-se-livrar-da-monarquia-britanica.ghtml https://www.ebiografia.com/elizabeth_ii/ https://bmcnews.com.br/2022/09/08/o-fim-da-era-elizabeth/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=o-fim-da-era-elizabeth https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2022/09/08/rainha-elizabeth-ii-inaugurou-o-masp-foi-a-show-com-jair-rodrigues-e-elza-soares-e-conheceu-o-monumento-do-ipiranga-durante-sua-visita-a-sp.ghtml https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2022/06/28/alunos-de-colegio-de-sp-escrevem-carta-para-rainha-elizabeth-ii-e-ela-responde-agradeco-pelos-votos.ghtml https://g1.globo.com/mundo/noticia/2022/09/08/como-era-o-mundo-na-epoca-que-a-rainha-elizabeth-ii-assumiu-o-trono.ghtml https://exame.com/mundo/veja-15-momentos-e-imagens-historicas-do-reinado-de-elizabeth-ii/ https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/gente/noticia/2022/09/coroa-improvavel-casamento-longevo-tradicoes-e-mais-o-reinado-da-rainha-elizabeth-ii-cl7t4jeur004c0163gtrolgw0.html https://www.bbc.com/portuguese/internacional-61681472
- London Bridge is down
A Rainha Elizabeth da Inglaterra, também conhecida como "Rainha Mãe do Reino Unido", faleceu. Ele será sucedida por seu filho, que já é uma pessoa de avançada idade, o agora rei Charles, de 73 anos. Lembremos que a rainha, nascida em 1926, serviu durante a Segunda Guerra Mundial, e iniciou seu mandato logo após Dwight D. Eisenhower assumir o poder nos Estados Unidos pela primeira vez e logo após a morte do líder da União Soviética, Josef Stalin. Ela viu o homem pisar na lua, viu o Muro de Berlim cair, esteve presente nas Olimpíadas de Londres há dez anos e, como se isso não bastasse, sobreviveu à pandemia de Covid. Sua Majestade Elizabeth II casou-se em 1947 na Abadia de Westminster com o príncipe Philip da Dinamarca e Grécia, que renunciou aos seus títulos desses dois países. Antes do casamento, ele recebeu o título de Duque de Edimburgo. De Londres, é relatado que sua saúde começou a declinar após a renúncia de Boris Johnson como primeiro-ministro. Boris já tem uma popularidade bem baixa e agora o peso de deixar a rainha com problemas de saúde recai sobre ele. É importante colocar-se no contexto que, embora para milhões de pessoas em todo o mundo a existência de monarquias já não se justifique de forma alguma, existem vários estudos e pesquisas sérias sobre os habitantes do Reino Unido e da Inglaterra onde é mostrado que a grande maioria da população ainda apoia a existência da família real, os quais vivem num mundo muito diferente do dos habitantes das cidades onde reinam e sentem muito orgulho de todas as tradições culturais que delas derivam. Apesar de o território onde ainda reina a monarquia inglesa ter se adaptado aos tempos democráticos modernos com a existência de primeiros-ministros, câmaras de lordes e parlamento, ainda hoje seu papel é fundamental na política mundial. O protocolo "London Bridge" estabelece que são necessários pelo menos 10 dias para concluir todos os atos relacionados ao enterro da rainha. Para os interessados, deixo aqui um resumo (em inglês) dos atos que se seguem após a declaração oficial da morte da Rainha, com as palavras "London Bridge is down": Repercussão mundial da morte de Elizabeth II Palavras de algumas pessoas importantes: "Deus abençoe a rainha, que o rei descanse em paz e vida longa." – Sir Paul McCartney "Ela era o próprio espírito da Grã-Bretanha, e esse espírito perdurará.” – Liz Truss, primeira-ministra britânica. "A rainha Elizabeth II foi uma estadista, com uma dignidade e perseverança nunca antes vista, que fortaleceu a relação entre o Reino Unido e os Estados Unidos, ajudou a tornar a nossa relação especial." – Joe Biden, presidente dos Estados Unidos. "Ao longo da minha vida, Sua Majestade, a Rainha, sempre esteve presente. Na minha infância, lembro-me de ver os detalhes de seu casamento na TV. Lembro-me dela como uma jovem muito bonita que se tornou uma avó muito amada por toda a nação. Minhas mais profundas condolências à família real." – Mick Jagger, vocalista e líder da banda de rock britânica Rolling Stones. "Como muitos outros, Michelle e eu estamos gratos por ter testemunhado a liderança de Sua Majestade, e estamos maravilhados com o legado de seu serviço público incansável e digno. Nossos pensamentos estão com sua família e o povo do Reino Unido durante esses tempos difíceis." – Barack Obama, ex-presidente dos Estados Unidos. “Para a maioria dos canadenses, não conhecemos outro Soberano. A Rainha Elizabeth II foi uma presença constante em nossas vidas. Repetidamente, Sua Majestade marcou a história moderna do Canadá. Ao longo de 70 anos e vinte e três viagens reais, a rainha Elizabeth II viu este país de costa a costa e esteve lá para nossos principais marcos históricos. Ela proclamava ‘foi bom estar em casa’ ao retornar ao seu amado Canadá." – Justin Trudeau, primeiro-ministro do Canadá. “Desejo-lhe coragem e resiliência diante dessa perda difícil e irreparável. Peço-lhe que transmita sinceras condolências e apoio aos membros da família real e a todo o povo da Grã-Bretanha”. – Vladimir Putin, em carta ao rei Carlos. "A rainha Elizabeth tem sido uma grande parte de toda a minha vida, desde a minha infância até hoje, sentirei sua falta todos os dias." – Elton John, cantor britânico. Texto escrito por Johao Larios Fidalgo Desenvolvedor de software que gosta de pesquisar sobre o impacto da informática no mundo real, diretamente de San José, Costa Rica.
- A China e o Manhua
A cada dia mais a cultura asiática tem aumentado sua influência em outras culturas, seja em filmes, culinária, músicas, entre outras áreas. As gerações anteriores tiveram o primeiro contato com a cultura asiática a partir de desenhos denominados Anime ou Tokusatsu, ambos oriundos do Japão. Hoje, com a internet o acesso a diversas informações é imediato, instantâneo e quase ilimitado, o que facilitou o encontro de pessoas de todo o globo com diversos conteúdos da cultura oriental, que é tão rica e diversa. A maior parte do público que aprendeu a amar os desenhos orientais hoje em dia tem ciência que eles nasceram ou de uma Novel ou de um Mangá. As Novels são rápidas passagens lançadas periodicamente retratando uma história que em determinado momento somam o conteúdo de um livro. Assim são encadernadas e lançadas como uma obra completa. Esse conceito não é originalmente oriental, foi um gênero literário desenvolvido na Europa, muito popular na Itália e França. Os Mangás são obra ilustradas que podem adaptar histórias de uma Novel ou podem ser uma obra livre com história própria que levam consigo o estilo de ilustração asiático, que difere muito das nossas tirinhas ou das tão populares HQs. Introdução feita hoje gostaria de falar sobre outro estilo de ilustração de origem também asiática que não é tão popular no ocidente quanto os citados anteriormente, o Manhua. Muitos podem achar que são iguais aos Mangás, mas há uma série de diferenças que vamos explorar neste artigo, a começar por sua origem. A história do Manhua O Manhua tem sua origem na China em meados de 1870 iniciando com algo que se assemelha às nossas “tirinhas” publicadas em revistas e jornais. A origem do seu nome tem tradução livre como “Desenhos Irresponsáveis”, porém o sentido correto é "História em Quadrinhos". Inicialmente as ilustrações eram utilizadas para promover marcas ou alguma informação de cunho politico. Nessa época a nomenclatura Manhua ainda não existia. Os assuntos abordados eram diretamente afetados pelo regime imperial chinês classicamente rígido e regulatório. Este período é importante na história chinesa, pois começam a ganhar forças os movimentos revolucionários que se opõem ao regime atual e são incitados por ideias extremistas como o ultra nacionalismo e slogans como “os fins justificam os meios”, o que gera um maior receio sobre os conteúdos abordados pelos desenhistas. A liderança Chinesa lutava para manter os ideais do Confucionismo que durante mais de duzentos anos regiram a moral, política, pedagogia e a religião do país e do outro lado os movimentos revolucionários se organizavam em protestos estudantis contra a influência do Japão e outras nações no território chinês. Uma grande virada vem no começo dos anos 20 quando é fundado o Partido Comunista Chinês (PCC) que inicialmente se denominava um grupo de estudo independente e usou isso para propagar ideais revolucionários através de seminários e literatura. Neste mesmo período surgem os Lianhuanhua, predecessor do Manhua, que eram livros de bolso que contavam histórias de apenas uma edição, sem continuidade, acrescentando um gênero infantil às obras dos desenhistas e também materiais que apoiavam os ideais dos revolucionários. Uma peça fundamental para o movimento revolucionário é Mao Tsé-Tung. Mao era uma peça importante do partido, tinha ideias mais extremistas e levou a uma “militarização” do partido, incitando a organização de milícias para controle de regiões fundamentais para a disseminação dos ideais revolucionários. O PCC estava presente no Kuomintang (KMT), fundado em 1927, que era uma organização criada pelos nacionalistas para centralizar o poder espalhados entre feudos e senhores locais, porém no mesmo ano todos comunistas foram expulsos do KMT, o que iniciou marchas das milícias armadas com Mao sendo nomeado comandante do agora exército vermelho. As atividades culturais neste período foram basicamente interrompidas no país devido à tensão politica e preocupação com a guerra civil que estava prestes a se iniciar. Durante um período, houveram tomadas de territórios e conflitos basicamente isolados entre o PCC e KMT até que em 1937 começa a invasão japonesa, interrompendo a guerra civil e gerando até mesmo uma aliança entre os dois partidos um ano após a invasão. Isso deu força ao PCC, devido à brutalidade dos japoneses e a iniciativa de Mao a propor uma aliança, desta forma o alistamento do exército vermelho cresceu exponencialmente. Apenas em 1946 a guerra civil é retomada e vai até 1949, quando os nacionalistas do KMT foram expulsos para Taiwan e lá decretaram um governo nacionalista na ilha com apoio dos EUA, que persiste até os dias de hoje. Em 1954 após instituir uma nova Constituição, Mao se torna presidente da China e em 1966 e lidera a Revolução Cultural Chinesa, que visava eliminar qualquer traço capitalista na China. Isto resultou no pior revés da história moderna do país devido a massacres que resultaram em um numero incalculável de mortes, um declínio da economia e no recesso cultural devido ao extremismo do regime. Neste período os assuntos tratados nos Lianhuanhuas eram muito restritos, algumas obras com criticas ao regime político, romances impressos e até mesmo contos de cunho erótico eram distribuídos clandestinamente. Hong Kong e a abertura cultural Não se sabe ao certo em que momento os Lianhuanhua passaram a ser denominados com Manhua e seus criadores denominados como manhuajia o que é certo que uma grande reviravolta para o gênero foi a abertura cultural de Hong Kong nos anos cinquenta. Com a eclosão da segunda guerra o Japão ocupou o território por quase quatro anos, porém após a rendição incondicional os britânicos passaram a comandar o território, mais uma vez tornando assim Hong Kong o maior porto de mercadorias no mundo, uma potência que gerou reação norte-americana, que usou como pretexto o regime comunista Chinês e a proximidade do território com o mesmo para boicotar suas atividades comerciais. Para combater o declínio Hong Kong promoveu desenvolvimento industrial e para isso buscou investidores e capital humano em outros países, com isso promovendo uma abertura cultural. No ponto de vista dos Manhuas isso deu uma perspectiva totalmente nova aos seus autores que passaram a ter um contato direto com produções hollywoodianas e ilustrações ocidentais. Neste ponto começaram a ser lançadas obras com violência extrema e explícita, entre outros tipos de publicações que contrapunham totalmente as que eram reguladas pelo regime Chinês. Em 1975 foi decretada a “Lei de Publicação Indecente” que decretava censuras aos Manhuas mais brandas que as adotadas na China, porém acabava com o extremismo trazido pelo ocidente às obras. Diferente dos Mangás as obras publicadas na China são lidas da esquerda para a direita e são coloridas quase que em sua totalidade, assim trazendo mais detalhes às cenas e principalmente aos personagens. Até hoje os manhuajias chineses trabalham sob forte pressão da censura governamental, mas com o tempo se acostumaram a ir até o limite da censura em suas obras e esses limites a cada dia parecem ser maiores. Tudo isso pode ser visto nos diálogos e ilustrações que passam determinadas ideias muito restritas no país sem que sejam totalmente explicitas aos leitores, ou seja, deixam muito para a imaginação do leitor. Abaixo a indicação de ótimas obras para o conhecimento deste gênero ainda pouco explorado por nós ocidentais: - Yao Shen JI (Tales of Demons and Gods) - Obra de Mad Snail - Ayeshah’s Secret – Obra de Jing Zhang - Their Story - Obra de Tan Jiu - Zi Bu Yu - Obra de Xia Da - A Garota da Noz de Areca – Obra de Lucas Paixão (brasileiro) - The Beginning After the End – Obra de TurtleMe - Tower of God – Obra de Slave In Utero - The God of Highschool – Obra de Yongje Park - Survival of the Sword King – Obra de Kwon Sun Kyu Texto escrito por Henrique Cunha Profissional de TI, formado em Análise e Desenvolvimento de Dados. É um curioso nato, amante de música, filmes e séries do universo geek. Colunista de variedades do Zero Águia. Fontes: https://brasilescola.uol.com.br/biografia/mao-tse-tung.htm https://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Cultural_Chinesa https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/Historia/noticia/2019/10/conheca-historia-da-dinastia-qing-ultima-da-china-imperial.html https://saikaiscan.com.br/comics https://jovemnerd.com.br/direto-do-bunker/as-diferencas-entre-manga-manhua-e-manhwa/ https://cupulatrovao.com.br/especiais/diferencas-manhwa-manga-manhua/
- Ator Paulo Gustavo falece em decorrência da Covid-19
Ator criador da personagem Dona Hermínia, de 'Minha mãe é uma peça', estava internado desde o dia 13 no Rio e, após breve melhora, sofreu uma embolia pulmonar. O ator Paulo Gustavo morreu hoje, aos 42 anos, em decorrência da covid-19. A piora no quadro de saúde do ator aconteceu na noite de domingo (2). Paulo Gustavo vinha apresentando melhoras significativas, chegou a ter redução de sedativos e bloqueadores e interagir com médicos e também com o marido, Thales Bretas. À noite, no entanto, sofreu uma embolia pulmonar. "Às 21h12 desta terça-feira, 04/05, lamentavelmente o paciente Paulo Gustavo Monteiro faleceu, vítima da covid-19 e suas complicações. Em todos os momentos de sua internação, tanto o paciente quanto os seus familiares e amigos próximos tiveram condutas irretocáveis, transmitindo confiança na equipe médica e nos demais profissionais que participaram de seu tratamento", diz a nota. No hospital, o humorista ficou em estado grave e foi tratado com ECMO, uma espécie de pulmão artificial. Ontem, ele teve fístulas que causaram o vazamento de ar do pulmão e desencadearam uma embolia gasosa — quando vasos sanguíneos são obstruídos por bolhas de ar. Paulo Gustavo deixa o marido, o médico Thales Bretas, e dois filhos.
- Para tratar câncer, Bruno Covas se afasta de licença
Covas foi internado novamente neste domingo (2) para dar continuidade ao tratamento do câncer em seu sistema digestivo. Ricardo Nunes (MDB) assumirá a liderança do executivo da cidade de São Paulo. Bruno Covas (PSDB), decidiu se licenciar do cargo de prefeito de São Paulo. Ele está se tratando de um câncer no sistema digestivo com metástase óssea. Covas havia deixado o hospital na semana passada, para ser medicado em casa. Sua condição é considerada delicada pelos médicos que o atendem. Ele tem recebido alimentação venosa. "Nesses últimos meses, a vida tem me apresentado enormes desafios. Tenho procurado enfrentá-los com fé, cabeça erguida e com muita determinação. (...) Nesse momento, com muita força e foco que preciso colocar na minha saúde, fica incompatível o exercício responsável de minhas funções como Prefeito de São Paulo, por isso, vou solicitar à Câmara de Vereadores uma licença do cargo pelo período de 30 dias, para me dedicar integralmente à minha recuperação", disse Covas. O prefeito foi tratado com quimioterapia e imunoterapia, mas a doença avançou no começo deste ano. Reeleito no segundo turno em novembro passado, Covas vinha despachando do hospital e de casa, mas agora seu estado inspira mais cuidados. Apesar da nova internação, os médicos dizem que o quadro de saúde de Bruno Covas é estável e que não há uma previsão do período em que o prefeito ficará internado nessa nova hospitalização. Na carta publicada nas redes sociais, Bruno Covas disse que confia no vice (Ricardo Nunes) para dar continuidade ao plano de governo dele, "priorizando o combate à pandemia e seus efeitos". O câncer do prefeito originou-se na cárdia, uma válvula no trato digestivo, e depois afetou também o fígado. Ele iniciou tratamento ainda em 2019 e evita, desde então, afastar-se de suas funções na prefeitura, limitando suas licenças médicas. Entre outubro de 2019 e fevereiro último, o prefeito fez oito sessões de quimioterapia. As lesões cancerígenas regrediram, mas não desapareceram por completo.
- Facebook anuncia investimento de US$ 1 bilhão
O Facebook pediu desculpas à Austrália após bloquear artigos da imprensa e anunciou o investimento de US$ 1 bilhão de dólares no setor de notícias. As desculpas e o anuncio de investimentos devido à quantidade de críticas que o Facebook recebeu depois de ter bloqueado artigos de imprensa na Austrália em seu portal, em devido à uma lei que exigia aos gigantes de tecnologia remunerar os meios de comunicação pelo uso das notícias. Após conversas com governo local, um acordo foi realizado e as publicações das notícias e artigos foram restabelecidos no Facebook.
- Tiroteio em escola na Rússia: crianças e professores mortos em Kazan
O agressor, um ex-aluno da instituição, de 18 anos, foi detido e a polícia investiga se agiu com um cúmplice. O número de feridos chegou a 25 pessoas, na escola 175, em Kazan. Ao menos nove pessoas morreram nesta terça-feira em um tiroteio que ocorreu no período da manhã em uma escola de Kazan, cidade da região central da Rússia, informaram as agências de notícias Interfax e Ria Novosti. As autoridades suspenderam as aulas em todas as escolas de Kazan pelo menos até amanhã, quarta-feira. Os feridos foram levados para hospitais, informou à agência de notícias TASS uma fonte do Ministério da Educação. Um indivíduo foi detido pelas forças especiais russas na escola, segundo os serviços de emergência citados pela agência estatal. Abaixo um vídeo retirado do canal EuroNews, mostra cenas do momento. Aviso: Imagens fortes O atirador detido foi identificado como Ilnaz Galyaviev, de 18 anos, que se formou há quatro anos no mesmo colégio e atualmente cursa Tecnologia da Informação numa universidade. A arma utilizada estava registrada oficialmente, segundo o presidente do Tartaristão. O autor do massacre tinha recebido uma licença de uso em 28 de abril, informou o assessor-chefe da guarda russa, Alexander Khinshtein, à imprensa local. Ao ser detido, Galyaviev disse que tinha também colocado um artefato explosivo na escola. O Comitê Nacional Antiterrorista abriu uma investigação. Segundo noticía da imprensa local, Galyaviev entrou na escola, onde estudam alunos dos seis aos 18 anos, portando uma arma automática. Começou a atirar já no saguão do edifício, onde atingiu um funcionário da manutenção. O homem ficou gravemente ferido, disse uma fonte do Ministério da Educação à Tass. Depois, o jovem começou a subir. A maioria dos mortos ―quatro meninos e três meninas― estava no terceiro andar e cursava o oitavo ano (14 a 15 anos), disse o presidente do Tartaristão à televisão estatal. A escola, fundada em 2006, oferece instrução para 1.049 alunos e é o local onde trabalham 57 professores. O presidente russo, Vladimir Putin, instruiu o governo a tomar medidas para fornecer assistência médica e psicológica aos feridos no tiroteio na escola de Kazan e prestar assistência aos parentes dos mortos. Ele também instruiu o chefe da Guarda Nacional, Viktor Zolotov, a elaborar um novo regulamento sobre a circulação civil de armas. "O fato é que às vezes alguns tipos de armas pequenas são registradas como armas de caça, que em alguns países são usadas como fuzis de assalto e assim por diante. Isso também será resolvido com urgência pela Guarda Russa", disse Dmitry Peskov, secretário de imprensa do chefe de Estado Kazan, capital da República do Tartaristão, tem 1,5 milhão de habitantes e é a quinta cidade mais populosa da Rússia.
- Golpe em Mianmar: exército bloqueia o acesso ao Facebook enquanto a desobediência civil aumenta
Instagram e WhatsApp - propriedades do Facebook e usados para organizar protestos - também foram restritos. O exército de Mianmar ordenou aos provedores de Internet que bloqueiem o acesso ao Facebook enquanto tenta eliminar sinais de dissidência, dias depois de derrubar o governo democraticamente eleito de Aung San Suu Kyi. O Facebook, um dos meios de comunicação mais populares em Mianmar, tem sido usado para coordenar uma campanha de desobediência civil que viu profissionais de saúde em dezenas de hospitais abandonarem seus empregos na quarta-feira para protestar contra as ações do exército. Também tem sido usado para compartilhar planos de protestos noturnos, em que os moradores vão para suas varandas para bater panelas e frigideiras, um ato simbólico para afastar o mal. O ministério das comunicações e informação disse que o Facebook, usado por metade dos 53 milhões de habitantes de Mianmar, seria bloqueado até domingo, acrescentando que as pessoas estavam "perturbando a estabilidade do país" ao usar a rede para espalhar "notícias falsas e desinformação". Mianmar, também conhecido como Birmânia, fica no sudeste da Ásia e é vizinho da Tailândia, Laos, Bangladesh, China e Índia. Tem uma população de cerca de 54 milhões, a maioria dos quais falantes de birmanês, embora outras línguas também sejam faladas. A maior cidade é Yangon (Rangoon), mas a capital é Nay Pyi Taw. A principal religião é o budismo. Existem muitos grupos étnicos no país, incluindo os muçulmanos Rohingya. O país conquistou a independência da Grã-Bretanha em 1948. Foi governado pelas forças armadas de 1962 a 2011, quando um novo governo deu início ao retorno democrático.
- TikTok informará usuário quando vídeo possuir informações de conteúdo duvidoso
TikTok anuncia nesta quarta (3) uma nova medida para conter a disseminação de informações falsa. Será apurado pelo app a veracidade dos conteúdos compartilhados na rede social e um aviso será exibido na tela do usuário. A rede social promete remover qualquer vídeo publicado que "engane os usuários". Até hoje, o Tiktok apenas limitava o alcance de vídeos que mostrassem dados questionáveis, especialmente em tópicos como eleições, vacinas e mudança climática. Agora, passará a exibir uma espécie de selo com o aviso “cuidado: vídeo marcado para conteúdo não verificado”. Além disso, se o usuário quiser compartilhar aquele vídeo, receberá um novo aviso antes de prosseguir. Os alertas não indicam que o vídeo apresenta mentiras, mas, sim, que as informações não podem ser confirmadas. Hoje, o TikTok mantém parcerias com veículos de checagem de fatos que revisam parte dos conteúdos publicados por usuários. No entanto, em algumas situações, a informação é suspeita, mas não é possível confirmar que ela é falsa. Segundo o TikTok, o criador do conteúdo também receberá uma notificação sempre que uma de suas publicações forem marcadas como não verificadas. Isso significa que alguma informação dentro do vídeo não pôde ser checada como verdadeira por algum verificador da plataforma, portanto foi considerada questionável. Além da marcação, a postagem também terá o alcance reduzido, em mais um esforço para conter as notícias falsas. Nesses casos, a plataforma mostrará no topo da tela um aviso de que o vídeo foi sinalizado por ter conteúdo que não pode ser verificado. O autor do conteúdo será informado de que o vídeo continua disponível para os demais usuários. A rede social também vai pedir para os criadores terem mais cuidado antes de compartilhar informações. No início de janeiro, o TikTok anunciou uma atualização em suas configurações de privacidade para menores de 18 anos. Com ela, as contas de usuários com idade entre 13 e 15 anos passam a ser padronizadas como privadas. A medida, que de acordo com a empresa, visa promover uma "experiência mais segura" aos usuários, permite apenas usuários aprovados como seguidor possam assistir os vídeos das contas com donos desta faixa etária. Antes, os perfis tinham a configuração padrão como "pública", permitindo acesso livre aos conteúdos publicados.
- Abbas anuncia acordo para eleições palestinas
Desde 2016 não haviam eleições na Palestina devido ao rompimento do Fatah e do Hamas. O atual presidente palestino, Mahmoud Abbas, um dos fundadores do partido Fatah, anunciou dia 15 de Janeiro a realização de eleições legislativas em 22 de maio, e depois das eleições presidenciais, em 31 de julho - as primeiras desde 2005. As últimas eleições presidenciais palestinas ocorreram em janeiro de 2005 e as últimas legislativas em janeiro de 2006 devido ao rompimento entre os partidos Fatah e Hamas, as duas principais forças políticas na Palestina. O anúncio ocorre após um encontro entre Abbas e o presidente da comissão eleitoral, Hanna Nasser, no palácio presidencial de Ramallah, informou o comunicado. O Sr. Abbas pediu à comissão e aos órgãos governamentais "que abram uma campanha eleitoral democrática em todas as províncias do país, incluindo Jerusalém", disse a fonte. Israel, que anexou Jerusalém Oriental após ocupá-la em 1967, mantém um amplo sistema de segurança na cidade. O movimento islamita Hamas, adversário do Fatah laico de Abbas, não comentou o anúncio até o momento. Em setembro de 2020, o Fatah e o Hamas acordaram a organização de eleições "antes de seis meses", no âmbito de um diálogo entre facções palestinas para unir forças a fim de fazer frente à normalização das relações entre Israel e os países árabes. Ainda não está claro se Israel autorizará os moradores da Jerusalém oriental ocupada e anexada a votar. Abbas, de 85 anos, que tinha prometido a realização de eleições várias vezes, não informou se será candidato.
- Crescem pedidos de impeachment de Bolsonaro
Menções a impeachment cresceram 432% nas redes sociais no último domingo (17) Com a crise sanitária em Manaus, a aprovação da Anvisa sobre a vacina CoronaVac e a vacina de Oxford, o assunto vêm tomando destaque nas redes sociais. Pedidos de impeachment de diversos segmentos dentro e fora da política se manifestaram. A Câmara dos deputados atualmente acumula 61 pedidos de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), entre esses, 56 constam como "em análise". No entanto, a decisão de dar andamento aos pedidos depende de Rodrigo Maia (DEM-RJ) presidente da Câmara. “Ele atenta contra os valores fundamentais da Constituição e da sociabilidade, que é garantir a saúde e a vida dos seus membros. Bolsonaro apertou a bomba atômica contra a população brasileira. O impeachment é absolutamente legível sob a perspectiva legível sob a perspectiva jurídica”- Trecho retirado da entrevista de Pedro Serrano, jurista e professor da PUC-SP à CartaCapital.
- Bolsonaro cumprimenta Biden
O presidente Bolsonaro usou suas redes sociais para cumprimentar e divulgar carta que enviou ao presidente americano. Depois de repetir sem provas, fraude nas eleições americanas, Jair Bolsonaro (sem partido) enviou uma carta a Joe Biden no dia de ontem (20), posse do democrata à presidência americana. O presidente brasileiro desejou êxito ao novo governo e disse que os dois países podem trabalhar juntos pela defesa da liberdade. Tweet das redes sociais do presidente cumprimentando Biden no dia da posse (20) Alvo de diversas críticas de Biden pela gestão da Amazônia, Bolsonaro diz em sua carta que o Brasil está pronto para continuar parceria com os EUA na proteção do meio ambiente. O presidente brasileiro diz que “Pessoalmente, também sou de longa data grande admirador dos Estados Unidos e, desde que assumi a Presidência, passei a corrigir os equívocos de governos brasileiros anteriores, que afastaram o Brasil dos EUA.” Bolsonaro é declaradamente um admirador do ex-presidente americano Donald Trump, derrotado nas últimas eleições americanas pelo democrata Biden. Na carta, o presidente brasileiro faz uma série de acenos com pontos de interesse como o acordo de livre comércio e conclusão do acordo de salvaguardas tecnológicas. O vice-presidente Hamilton Mourão, afirmou que a relação do Brasil com os Estados Unidos vai prosseguir independente da mudança no comando dos EUA. O presidente da Câmara dos deputados e o presidente do Senado cumprimentaram o novo presidente americano. Bolsonaro foi um dos últimos líderes a reconhecer a vitória do democrata. “Unidos por estreitos laços de fraternidade” – Trecho retirado da carta da presidência brasileira a Joe Biden.















