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A música e dança estilo Kuduro – Uma expressão da criatividade e da cultura angolana
O kuduro, um gênero vibrante de dança e música originário de Angola, evoluiu de um fenômeno urbano local a uma expressão cultural reconhecida internacionalmente. A dança, cujo nome (ku-duro) se traduz como “bunda dura” ou “traseiro rígido”, reflete tanto a criatividade quanto as realidades sociopolíticas da sociedade angolana. Sua origem remonta ao final do século XX, emergindo em meio ao contexto socioeconômico da Angola pós-guerra civil.
Isaac Jorge
há 3 dias6 min de leitura


O Evangelho segundo o Mercado: A Teologia da Prosperidade
Há alguns anos venho observando o crescimento de igrejas e denominações que adotam a chamada ‘teologia da prosperidade’ como estratégia para engajar fiéis.
Nesse contexto, os sinais de prosperidade deixam de ser apenas consequência e passam a funcionar como validação espiritual e social.
Ao longo dos anos frequentando esse ambiente, observei um padrão recorrente: a valorização de marcas visíveis de sucesso — roupas, carros, aparência — como evidência de bênção.
Eliézer Fernandes
23 de abr.6 min de leitura


A dança Kizomba – Uma expressão social e identitária da cultura angolana
a Kizomba se destaca como uma das expressões culturais mais significativas de Angola, representando não apenas um estilo de movimento, mas também a história e a identidade em constante transformação de uma nação.
Kizomba se caracteriza por seus passos firmes e fluidos e pelo abraço íntimo, enfatizando a comunicação entre os parceiros. A dança tornou-se especialmente popular entre os jovens urbanos, que encontraram nela um meio de autoexpressão e resistência.
Isaac Jorge
16 de abr.7 min de leitura


O Sul Global: A cooperação como caminho para o desenvolvimento
O texto discute a histórica divisão entre Norte e Sul como expressão de relações de poder, da colonização às disputas ideológicas da Guerra Fria. Mostra como o “Terceiro Mundo” deu lugar ao conceito de “Sul Global”, que vai além da geografia e do desenvolvimento econômico, incorporando trajetórias marcadas por desigualdades e dominação. Defende a cooperação Sul-Sul como caminho para autonomia, articulação política e redefinição do papel desses países no sistema internacional.
Katiane Bispo
9 de abr.5 min de leitura


As inseguranças de viver em um mundo que odeia mulheres
“A misoginia é histórica.” Ouvi esse comentário durante uma entrevista na TV, na qual uma especialista dissertava sobre a crescente onda de violência contra a mulher no Brasil. Naquele momento, circulavam na mídia notícias de atrocidades ocorridas de norte a sul do país nas últimas semanas: uma estudante morta e abusada sexualmente após sair do trabalho; uma jovem de 20 anos que levou mais de 15 facadas ao recusar um namoro; e o estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos
Alice Trindade
2 de abr.4 min de leitura


Se a IA pensa, analisa e cria… O que resta à mente humana?
Hoje, sistemas de IA escrevem textos, produzem imagens, analisam dados jurídicos, organizam rotinas e oferecem recomendações estratégicas em questão de segundos. Tarefas que antes exigiam tempo, esforço cognitivo e especialização passaram a ser parcialmente automatizadas.
Diante desse cenário, emerge uma inquietação essencial: não sobre o que a inteligência artificial é capaz de realizar, mas sobre o que os seres humanos estão deixando de fazer por causa dela.
Mayara Ribeiro
26 de mar.4 min de leitura


A menopausa é natural, a desigualdade não
O artigo alerta para perimenopausa "invisível" (névoa mental, insônia, ganho de peso) e menopausa precoce, com riscos cardiovasculares maiores que câncer de mama no Brasil (SBC 2024). Destaca direitos no SUS (PNAISM, Leis 8.080/90 e 11.664/08) para exames e tratamentos, combatendo desigualdades raciais e sociais. Informação empodera o autocuidado.
Denise Reis
10 de mar.5 min de leitura


Mísseis no Oriente Médio e ataques à soberania latino-americana: O caminho que nos levou até aqui
Em 2026, EUA invadem Venezuela (rapto de Maduro) e Irã (morte de Khamenei), sob pretextos de narcoterrorismo, mirando petróleo. Análise histórica traça Doutrina Monroe ao Big Stick, Guerra Fria, golpe no Irã (1953), Revolução Islâmica (1979). Imperialismo petrolífero justificado como 'liberdade': PDVSA aberta, Israel fortalecido. Nova doutrina pragmática ignora oposições 'democráticas'.
Pablo Michel Magalhães
5 de mar.7 min de leitura


Caso Epstein revela o império do silêncio e da exploração
Jeffrey Epstein, milionário com ilha paradisíaca e laços com realeza, Vale do Silício e políticos, liderou rede de tráfico sexual de menores. No Brasil, 241 rotas no Norte/Nordeste exploram vulneráveis com promessas falsas. Ghislaine Maxwell aliciava garotas para "massagens" abusivas em Palm Beach. Virginia Giuffre e brasileira Marina Lacerda (aos 14) relatam horrores; Trump surge milhares de vezes nos arquivos tarjados. Andrew processado. Poder silencia vítimas – urge justiç
Katiane Bispo
26 de fev.4 min de leitura


O Governo Bukele: a política de El Salvador pelos olhos de uma cidadã
O governo Bukele reduziu drasticamente a violência das gangues em El Salvador com prisões em massa no megapresídio CECOT e regime de exceção, mas ao custo de direitos humanos, detenção de inocentes e militarização das ruas. Jessica, salvadorenha exilada na Costa Rica, elogia a segurança relativa, mas critica a perda de liberdades, corrupção, dívida crescente, propaganda inflada e autoritarismo: Bukele é intocável, com poder absoluto e família em cargos chave. Trocar maras por
Caroline Prado
19 de fev.8 min de leitura


Por que mulheres não podem ter hobbies?
O texto aborda a desigualdade de gênero no acesso ao lazer, mostrando que, enquanto os homens usufruem livremente de seus hobbies, as mulheres ainda enfrentam sobrecarga doméstica e pressões sociais que limitam seu tempo e autonomia. Essa diferença decorre de papéis de gênero historicamente impostos e do controle sobre os corpos femininos. Ainda assim, cresce o número de mulheres que conquistam espaços nos esportes e fandoms, redefinindo o significado de ser fã e de participa
Editorial Portal Águia
12 de fev.4 min de leitura


O preço do acesso: por que o modo premium virou o padrão da desigualdade digital
Nos últimos anos, quase tudo ganhou versão Pro, dividindo quem pode pagar pela experiência completa e quem fica com versões gratuitas limitadas e cheias de anúncios. O “modo premium” tornou-se motor da desigualdade digital: a tecnologia, que prometia democratizar o acesso, agora cria barreiras artificiais que empurram quem não pode pagar para uma internet mais lenta, precária e excludente.
Filipi Costa
5 de fev.3 min de leitura


Por que a Geração Z rejeita o modelo tradicional de trabalho
A Geração Z, nativa digital nascida entre 1990 e 2010, já ocupa espaço nas empresas, mas enfrenta choques culturais em ambientes tradicionais. Valorizam flexibilidade, propósito e bem-estar, rejeitando modelos hierárquicos rígidos. Cresceram em meio à recessão, veem o trabalho como necessidade e buscam reconhecimento, estabilidade e ambientes colaborativos. Sua presença crescente pressiona corporações a rever práticas e valores.
Alice Trindade
29 de jan.3 min de leitura


Mete Marcha Negona! Como a Marcha das mulheres negras ocupa espaços e projeta o Brasil do Bem Viver
A emoção que me atravessou em meio à multidão é a certeza de que este é um movimento sem retorno. Sua potência não nasceu agora: a Marcha foi idealizada e organizada por lideranças como Nilma Bentes, referência política e articuladora histórica, que dedicou sua vida a dar visibilidade à mulher negra, tantas vezes "imprensada" entre o machismo e o racismo.
Denise Reis
22 de jan.5 min de leitura


Reforma Administrativa: o que está em jogo
A reforma administrativa voltou a ocupar o centro do debate público em Brasília. Em 2025, novas propostas e discussões sobre mudanças nas regras de ingresso, estabilidade e gestão do serviço público reacenderam questionamentos: a modernização trará maior eficiência e qualidade no atendimento ou implicará perda de direitos e precarização das condições de trabalho?
Mayara Ribeiro
15 de jan.7 min de leitura


Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP): Desafios e Perspectivas de Políticas Públicas e Socioeconômicas
A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) é uma organização multilateral que reúne nações de quatro continentes - África, América do Sul, Ásia e Europa - unidas pela língua portuguesa. Criada em 1996, a CPLP é composta por nove países: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.
Isaac Jorge
18 de dez. de 202510 min de leitura
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